CARTA ABERTA À TELEVISÃO, RÁDIO, JORNAL, REVISTA E AOS CANDIDATOS ÀS ELEIÇÕES 2018
Clique aqui para fazer o download.

No livro “Invista agora em sua vida após a morte”, de Zaad Serotua, estão descritas as sete principais leis que regem o Universo. A sétima é a “Lei de ascensão ao nível de inteligência”. Está ligada diretamente ao estudo, ao raciocínio, e ao crescimento derivado da luta contra os maus hábitos e as imperfeições que o ser travar consigo, através dos relacionamentos que tiver com os inúmeros seres, em toda a sua vida. Tudo no Universo evolui. As leis humanas são imperfeitas, mas também evoluem. A Democracia do Povo é a evolução do mais aprimorado sistema político existente no mundo, mas também não é perfeita. A democracia perfeita ainda está longe de ser entendida pela maioria dos seres que vive nesse planeta, já que a democracia perfeita é a “plena democracia” ou “democracia absoluta”. Assim como na Democracia do Povo, na democracia absoluta não existe um líder. A liderança é exercida pelo povo e não por uma única pessoa, ou por um número limitado de pessoas. Somente conhecendo-se e praticando-se as sete principais leis universais é que será possível experimentar a democracia absoluta. Para se chegar a esse nível elevado de civilização mais rapidamente, e como a evolução não dá saltos, é preciso, antes, deixar para trás a atual democracia representativa e reivindicatória, a qual depende de líderes e de seus seguidores e de se empenhar para que a Democracia do Povo seja implantada a partir das eleições de 2018. Porém, essas duas decisões terão, sim, de serem tomadas por um líder: Você!

PROFESSOR

Ensine Democracia do Povo aos seus alunos.


ALUNO

Não peça. Faça, que o futuro chega!


FILHO

O filho que pede e o pai dá, acomoda.

O filho que pede e o pai não dá, vai à luta e vence.

O filho que não vai à luta, vive de esperança.


PAI

O pai que detém o poder é o maior responsável

pelas derrotas da família.

O pai que divide o poder com a família comemora

as vitórias em conjunto.

Apresentação dos personagens da revista

Dedepê

Escudeiro

Guarda Costa


Não temos o direito de contestar a verdade que cada personagem neste mundo vive. Mas para constituir a nossa verdade temos, sim, o direito e até o dever de apontar as inverdades contidas nos grupos de pessoas que formam a política, a escola, os meios de comunicação, a religião e a economia. Porém, mesmo que seja para constituir a nossa verdade, não temos o direito de criticar indivíduos, pois entendemos que eles, em certas circunstâncias, agem mal, devido à falta de capacidade em visualizar caminhos alternativos que os levem a agirem em conformidade com o bem.
Quando criticamos sistemas, leis e instituições apontando os erros destes, os quais levam as pessoas a cometerem o mal, fazemos a crítica acompanhada de elementos que despertem nas pessoas a necessidade de estudarem, raciocinarem e trabalharem com a finalidade de enxergarem a “lógica” das questões. Portanto, a verdade poderá ser diversa, mas a lógica é uma só e incontestável. A lógica é um axioma, como diz o dicionário: axioma - evidência cuja comprovação é dispensável por ser óbvia; princípio evidente por si mesmo. Noção comum; afirmação geral aceita sem discussão; "a parte é menor que o todo" é um exemplo de axioma.

Pessoas há que acham um absurdo os políticos votarem no aumento de seus próprios salários, enquanto que para eles essa é uma verdade, pois eles vivem um Brasil diferente do que vive a maioria da população. Eles construíram essa verdade por intermédio das leis que eles próprios fizeram, e dessa forma, se apoiam nelas para obterem esse privilégio.

Assim como para um profissional versado em língua portuguesa, que, por exemplo, trabalha no Ministério da Educação elaborando os currículos escolares é inadmissível que se deixe de ensinar nas escolas tópicos como proparoxítona, pretérito imperfeito do indicativo ou verbo transitivo indireto, para citar apenas três exemplos, porém para vários escritores, incluindo alguns altamente conceituados, o conhecimento dessas regras gramaticais é dispensável, pois, ele pode facilmente contratar um profissional da área para revisar o texto de modo que este transmita ao leitor aquilo que realmente o autor pensa, portanto, cada um vive uma verdade diferente, inclusive, o leitor.

Muitas pessoas, se não a maioria da população, seguem a verdade de que para ser feliz é preciso praticar o que os meios de comunicação, incluindo os anúncios publicitários sugerem. Na religião, qualquer que seja, não é diferente. Uma parcela razoável dos habitantes de todas as cidades do Brasil segue a verdade que os líderes das igrejas impregnam na mente daqueles que não se dão ao trabalho de estudar para poder pensar por conta própria, e, com isso, certamente, encontrando a sua própria verdade.

Para o cético religioso, porém esclarecido da dinâmica da vida universal, que trabalha e que ganha dinheiro honestamente, a verdade religiosa de que é preciso colaborar financeiramente com a igreja para que esta continue a propagar aquilo que julgam ser a verdadeira palavra de Deus e, com isso, o discípulo possa melhorar a sua vida econômica é uma falácia.

Na economia, algumas pessoas se endividam, algumas empresas fecham, alguns perdem o emprego, quando estas são acometidas por crises. Para elas, a crise realmente existe. É uma verdade. Mas para quem tem dinheiro aplicado no mercado financeiro, para os donos de empresas as quais estão prosperando e para os que estão empregados ganhando altos salários, as crises não existem, embora o medo de perder, a lamúria e a insatisfação são características do ser humano que não conhece ou não pratica a lógica da economia e, por isso, alguns desses acabam também admitindo que a crise é uma verdade.

Na macroeconomia ou na economia individual, a verdade poderá ser diversa, mas a lógica é uma só e o exemplo de axioma é: “quem gasta menos do que ganha, não entra em crise”. Este não é envolvido nas vibrações negativas de desejos intemperados dos consumistas e nem nas vibrações enfermiças da ganância e egoísmo dos que comandam a macroeconomia do país, como quem, como diz um trecho do livro Racionalismo Cristão: “Não são poucos os egoístas e inescrupulosos que, com falsas aparências, vivem a enganar o próximo, procurando tirar proveito de todas as situações. Indiferentes à desgraça alheia, só se comprazem com a satisfação dos seus interesses, por mais vis que sejam”.

Portanto, dentro das análises que fizemos sobre as verdades dos personagens da revista Democracia do Povo, cada pessoa que se identificar com alguns deles deveria fazer reflexões para encontrar lógica naquilo que defendem, pois do contrário, estarão incorrendo no grave erro de colocar a culpa de seus fracassos nos outros, nos sistemas e nas leis do país. Diferente de quem utiliza os recursos individuais, que todos possuem como a capacidade de raciocínio, a força de vontade e a força de trabalho para vencerem os obstáculos que surgem contribuindo com o crescimento de todos, quer haja crises políticas e econômicas ou não.

Clique aqui e veja todos os personagens da Democracia do Povo